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Controle de finanças

DRE: estrutura, exemplo e passo a passo completo

  • 29/01/2026
  • Por Sanon Matias
DRE: estrutura, exemplo e passo a passo completo
  • O que é DRE (Demonstração do Resultado do Exercício)?
  • Para que serve a DRE?
  • Qual a importância da DRE para a empresa?
  • Qual é a estrutura da DRE? 
  • Exemplo de DRE preenchida na prática
  • Como fazer uma DRE na prática? Passo a passo
  • Como analisar uma DRE?
  • DRE x Balanço Patrimonial: qual a diferença?
  • DRE x Fluxo de Caixa: quando usar cada um?
  • DRE contábil x DRE gerencial
  • Erros comuns ao elaborar a DRE
  • Como evitar erros no DRE
  • Como facilitar a elaboração da DRE usando um ERP
  • Conclusão

A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) é um dos relatórios mais importantes para entender a saúde financeira de uma empresa. 

De forma resumida, ela revela se o negócio teve lucro ou prejuízo em um período, mostra como as receitas se transformam em resultado e ajuda gestores a tomarem decisões mais estratégicas para fortalecer a gestão financeira da empresa.

Sendo assim, continue a leitura e descubra como a DRE funciona na prática e como ela pode transformar a gestão do seu negócio.

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O que é DRE (Demonstração do Resultado do Exercício)?

A DRE é um relatório contábil que apresenta, de forma clara, o resultado financeiro da empresa em um período. Ela mostra se o negócio teve lucro ou prejuízo e revela como as receitas, custos e despesas se combinam para formar o resultado final.

Como segue o regime de competência, a DRE registra receitas e despesas no momento em que são geradas. Assim, mesmo sem movimentação de caixa, o relatório demonstra o desempenho real das operações.

Além disso, a estrutura da DRE organiza cada etapa da formação do resultado, o que facilita análises e decisões estratégicas. Dessa forma, o gestor entende onde estão os principais gastos, quais áreas geram mais retorno e como melhorar a eficiência financeira do negócio.

Em resumo, a DRE funciona como um mapa detalhado da saúde financeira da empresa, permitindo avaliar desempenho, comparar períodos e enxergar oportunidades de melhoria.

Para que serve a DRE?

A DRE serve para demonstrar o desempenho financeiro da empresa em um período e revelar se houve lucro ou prejuízo. Ela ajuda gestores a entender como receitas, custos e despesas afetam o resultado final.

Além disso, o relatório organiza informações essenciais para decisões estratégicas e para o controle da saúde financeira do negócio.

Veja as principais funções da DRE:

  • Avaliar a lucratividade do período, mostrando o resultado após todos os custos e despesas.
  • Identificar áreas que consomem mais recursos, facilitando ajustes operacionais.
  • Analisar a evolução do negócio, por meio da comparação entre diferentes períodos.
  • Apoiar decisões estratégicas, como revisão de preços, controle de custos e investimentos.
  • Facilitar a captação de crédito, pois bancos usam a DRE para avaliar a capacidade financeira da empresa.
  • Cumprir obrigações legais e fiscais, já que o relatório é obrigatório para a maioria das empresas.
  • Melhorar o planejamento financeiro, ao permitir previsões mais seguras e alinhadas ao desempenho real.

Com esses dados organizados, o gestor entende o caminho do dinheiro dentro do negócio e identifica oportunidades de melhoria com muito mais precisão.

Qual a importância da DRE para a empresa?

A DRE é fundamental porque revela o desempenho financeiro real da empresa e mostra se o negócio está sendo sustentado pelas operações. Ela também ajuda a identificar onde estão os maiores custos, quais atividades geram mais retorno e como cada área impacta o lucro.

Além disso, a DRE facilita análises comparativas ao longo do tempo, permitindo enxergar tendências, sazonalidades e sinais de alerta antes que eles afetem o caixa ou o crescimento. Dessa forma, o relatório se torna indispensável para o planejamento e a tomada de decisão.

A seguir, veja por que a DRE é tão importante:

  • Mostra a rentabilidade do negócio, indicando lucro ou prejuízo no período.
  • Revela custos e despesas que precisam ser ajustados, aumentando a eficiência operacional.
  • Ajuda a avaliar o desempenho das vendas, destacando margens e oportunidades de melhora.
  • Facilita o acesso a crédito e investimentos, já que bancos e investidores analisam a DRE antes de liberar recursos.
  • Permite acompanhar tendências ao comparar diferentes períodos, apoiando projeções e estratégias de crescimento.
  • Cumpre obrigações fiscais, garantindo transparência e conformidade com as exigências contábeis.
  • Apoia decisões estruturais, como expansão, revisão de preços e cortes de custos.

Quando usada de forma contínua, a DRE transforma dados financeiros em inteligência estratégica e fortalece toda a gestão da empresa.

Qual é a estrutura da DRE? 

A estrutura da DRE segue uma ordem lógica que mostra como a empresa transforma sua receita em lucro ou prejuízo. 

Ela organiza cada etapa do resultado, o que facilita a análise financeira e explica onde custos e despesas impactam mais o negócio.

Além disso, como a DRE possui um padrão definido pela legislação, ela permite comparações consistentes entre períodos e oferece uma visão clara da saúde financeira.

A seguir, veja cada componente detalhado:

1. Receita Bruta

É o total das vendas antes de qualquer dedução.

2. Deduções e Impostos

Incluem ICMS, ISS, PIS, COFINS, devoluções e abatimentos.

3. Receita Líquida

É o valor que sobra após subtrair as deduções da receita bruta.

4. Custos (CMV/CPV/CSP)

Representam os gastos necessários para produzir ou adquirir os produtos ou serviços vendidos.

5. Lucro Bruto

É a diferença entre a receita líquida e os custos.

6. Despesas Operacionais

Abrangem despesas administrativas, comerciais e financeiras.

7. Resultado Operacional

Mostra o lucro obtido após descontar todas as despesas operacionais.

8. Receitas e Despesas Financeiras

Considera juros, rendimentos, tarifas bancárias e outros itens financeiros.

9. Resultado Antes do IR e CSLL

Apresenta o lucro antes da tributação sobre o resultado.

10. Provisões de IRPJ e CSLL

São os impostos calculados com base no lucro apurado.

11. Resultado Líquido do Exercício

É o lucro ou prejuízo final da empresa no período.

Essa estrutura permite enxergar de forma clara como cada etapa influencia o desempenho financeiro, tornando a DRE uma ferramenta essencial para qualquer gestão empresarial.

gestor calculando estrutura do dre

Exemplo de DRE preenchida na prática

Descrição Valor (R$)
Receita Bruta 500.000
(-) Deduções e Impostos 80.000
Receita Líquida 420.000
(-) CMV / CPV 180.000
Lucro Bruto 240.000
(-) Despesas Operacionais 130.000
Resultado Operacional 110.000
(+/-) Resultado Financeiro -10.000
RAIR 100.000
(-) IR e CSLL 20.000
Lucro Líquido 80.000

Esse formato ajuda gestores a identificar gargalos e oportunidades, como custos altos, despesas excessivas ou margens reduzidas.

Exemplo de DRE para distribuidora de bebidas

Como fazer uma DRE na prática? Passo a passo

Fazer uma DRE exige organização das informações financeiras e respeito à estrutura contábil padrão. Quando o processo segue uma sequência clara, o gestor entende como cada etapa impacta o resultado final do período.

Além disso, aplicar esse passo a passo garante consistência nas análises e permite acompanhar a evolução financeira da empresa com muito mais segurança.

A seguir, veja como montar sua DRE de forma simples e precisa:

1. Defina o período de apuração

Escolha se a DRE será mensal, trimestral ou anual. O fechamento mensal facilita análises recorrentes e melhora o controle financeiro.

2. Estruture o modelo da DRE

Crie uma planilha ou use um ERP para registrar: Descrição, Valor (R$) e Percentual (%), conforme a necessidade de análise.

3. Registre a receita bruta

Some todas as vendas de produtos ou serviços do período. Esse é o ponto de partida para calcular os demais resultados.

4. Aplique deduções e impostos

Registre ICMS, ISS, PIS, COFINS, devoluções e abatimentos. A dedução correta evita distorções no resultado.

5. Calcule a receita líquida

Subtraia as deduções da receita bruta. Esse valor mostra quanto realmente entrou para a empresa.

6. Identifique os custos (CMV/CPV/CSP)

Inclua os custos diretos de produção, compra ou prestação de serviço. Eles influenciam diretamente a formação do lucro.

7. Encontre o lucro bruto

Calcule: Receita Líquida – Custos.

Esse indicador revela a eficiência operacional da empresa.

8. Registre as despesas operacionais

Inclua despesas administrativas, comerciais e gerais. Essa etapa mostra como a gestão utiliza seus recursos internos.

9. Calcule o resultado operacional

Subtraia as despesas operacionais do lucro bruto. Esse é o resultado da atividade principal da empresa.

10. Lance receitas e despesas financeiras

Registre juros, rendimentos, tarifas e multas. Esses valores podem melhorar ou reduzir o resultado final.

11. Encontre o resultado antes do IR e CSLL

A soma das etapas anteriores mostra o LAIR. Esse é o valor base para calcular os impostos sobre o lucro.

12. Calcule IRPJ e CSLL

Aplique as regras do regime tributário da empresa. Impostos corretos evitam divergências com a contabilidade.

13. Identifique o lucro líquido

Subtraia os impostos do LAIR. Esse é o resultado final da empresa no período analisado.

Como analisar uma DRE?

A análise da DRE permite entender o desempenho financeiro com mais profundidade.

Análise vertical

Mostra o peso percentual de cada linha da DRE em relação à receita líquida.

Exemplo: Despesas operacionais representam 22% da receita.

Análise horizontal

Compara evolução ao longo de diferentes períodos.

Exemplo: CMV subiu 15% em relação ao último trimestre.

Formas de analisar a DRE

Margens essenciais

  • margem bruta
  • margem operacional
  • margem líquida

Essas margens revelam se o negócio sustenta suas operações e se as vendas são realmente lucrativas.

Indicadores importantes

  • ponto de equilíbrio
  • retorno sobre as vendas (RSV)
  • giro operacional

Com esses indicadores, o gestor identifica riscos, oportunidades e ajustes necessários.

DRE x Balanço Patrimonial: qual a diferença?

A DRE e o Balanço Patrimonial são relatórios essenciais, mas cada um revela uma parte diferente da saúde financeira da empresa. 

Enquanto a DRE mostra o desempenho ao longo do tempo, o Balanço apresenta a posição financeira em uma data específica. Assim, entender as diferenças ajuda o gestor a interpretar os resultados com mais precisão.

Balanço Patrimonial: o retrato da empresa

O Balanço Patrimonial apresenta o que a empresa possui, o que deve e qual é seu patrimônio líquido em um único momento.

Ele organiza bens, direitos e obrigações para mostrar a estabilidade e a capacidade de pagamento do negócio.

O que o Balanço Patrimonial revela

  • Ativos, como caixa, estoques e máquinas.
  • Passivos, como dívidas e obrigações.
  • Patrimônio Líquido, que representa a riqueza acumulada.

Esse relatório responde à pergunta: “Onde a empresa está financeiramente hoje?”

DRE: o filme do desempenho financeiro

A DRE registra o desempenho econômico ao longo de um período, como mês, trimestre ou ano.

Ela detalha receitas, custos e despesas para mostrar se a empresa teve lucro ou prejuízo.

O que a DRE revela

  • Quanto a empresa faturou.
  • Quanto gastou para operar.
  • Qual foi o resultado final do período.

Dessa forma, a DRE responde: “A empresa ganhou ou perdeu dinheiro neste período?”

Diferença principal entre DRE e Balanço

A diferença essencial está no tempo e no objetivo de cada relatório:

Característica Balanço Patrimonial DRE
Natureza Retrato financeiro Filme do desempenho
Temporalidade Um único momento Um período definido
O que mostra Ativos, Passivos, PL Receitas, custos, despesas, lucro
Pergunta-chave Onde estamos hoje? Como performamos no período?

Podemos concluir, que os relatórios se complementam. 

O lucro apurado na DRE altera diretamente o Patrimônio Líquido no Balanço Patrimonial. 

Por isso, empresas que acompanham ambos conseguem prever riscos, identificar oportunidades e tomar decisões com base em dados reais.

DRE x Fluxo de Caixa: quando usar cada um?

É comum confundir os dois, mas eles servem a propósitos distintos:

DRE Fluxo de Caixa
Regime de competência Regime de caixa
Mostra resultado econômico Mostra saldo de dinheiro
Avalia lucratividade Avalia liquidez
Indicada para decisões estratégicas Indicada para controle diário

Ambos devem ser analisados em conjunto para gestão completa.

DRE contábil x DRE gerencial

DRE contábil

  • segue legislação;
  • obrigatória;
  • usada para fins fiscais;
  • padronizada.

DRE gerencial

  • personalizável;
  • inclui indicadores adicionais;
  • usada na gestão estratégica;
  • permite análises por centros de custos, produtos e setores.

Empresas que utilizam Sistema ERP têm vantagem porque conseguem gerar ambas automaticamente.

Erros comuns ao elaborar a DRE

Elaborar a DRE exige precisão, porque qualquer falha pode distorcer o resultado financeiro da empresa. 

Ainda assim, muitos negócios cometem erros que poderiam ser evitados com organização e padronização. Além disso, quando esses erros se acumulam, eles comprometem decisões estratégicas e dificultam o controle da lucratividade.

1. Usar regime de caixa no lugar do regime de competência

Um dos equívocos mais frequentes é registrar receitas e despesas apenas quando o dinheiro entra ou sai.

A DRE exige o regime de competência, portanto você deve registrar tudo no momento em que o fato ocorre.

2. Misturar custos e despesas

Muitas empresas classificam custos como despesas ou o contrário.

Essa confusão altera o lucro bruto e prejudica o entendimento do desempenho operacional.

3. Registrar CMV de forma incorreta

Outro erro comum é considerar o valor total comprado como se fosse custo das mercadorias vendidas.
No entanto, o cálculo correto usa apenas o custo do que foi efetivamente vendido no período.

4. Ignorar despesas operacionais e tributos

Quando a empresa deixa de registrar despesas administrativas, de vendas ou impostos, a DRE perde sua função.

Isso faz o lucro parecer maior do que realmente é e leva a decisões equivocadas.

5. Misturar finanças pessoais com as da empresa

Essa prática distorce todos os resultados da DRE. Além disso, impede uma análise real da saúde financeira do negócio.

6. Não seguir a estrutura padrão da DRE

Sem um padrão claro, receita bruta, deduções, custos, despesas e resultado, a análise fica confusa. Isso dificulta comparações e impede que o gestor identifique gargalos.

7. Não atualizar os dados com frequência

Muitas empresas elaboram a DRE apenas no fim do ano.

Porém, sem acompanhamento mensal, problemas financeiros ficam escondidos por muito tempo.

Mulher pensativa com o texto "Todas as empresas, independente do porte ou forma jurídica, são obrigadas a fazer a DRE"

Como evitar erros no DRE

Para garantir que a DRE reflita a realidade do negócio, você deve estruturar o processo com rigor e revisar os dados com frequência. 

Dessa forma, a empresa evita distorções e toma decisões mais seguras. Além disso, boas práticas de registro e automação facilitam o controle financeiro e reduzem falhas.

Estruture todos os dados

Para evitar erros na DRE, você deve estruturar o processo com clareza e revisar os dados de forma contínua. Além disso, boas práticas de registro e automação fortalecem a confiabilidade do relatório e permitem decisões mais precisas.

Concilie todos os dados financeiros

Realize a conciliação de extratos, cartões e PIX para garantir que as receitas estejam corretas. Assim, você reduz falhas e mantém a DRE alinhada ao desempenho 

Classifique receitas e despesas corretamente

Separe despesas operacionais, não operacionais e gastos recorrentes. Essa organização facilita a análise e evita confusões entre custos e despesas.

Automatize os lançamentos sempre que possível

Utilize sistemas de gestão para registrar dados automaticamente. Isso diminui erros manuais e libera tempo para foco estratégico.

Revise a DRE periodicamente

Atualize o relatório mensalmente para identificar tendências e corrigir distorções. Essa prática melhora o controle financeiro e antecipa problemas.

Separe finanças pessoais e empresariais

Use contas distintas para evitar misturas que distorcem o lucro apurado. Essa separação traz mais precisão para a DRE e para a gestão financeira.

Registre todas as transações, mesmo as pequenas

Inclua despesas menores, taxas bancárias e custos ocultos. Esses valores impactam o resultado e precisam aparecer na DRE.

Entenda os conceitos financeiros essenciais

Domine as diferenças entre receita bruta, líquida, lucro bruto e lucro líquido. Com isso, você interpreta a DRE de forma correta e mais estratégica.

Inclua despesas não caixa, como depreciação

Registre depreciação e amortização para representar o desgaste dos ativos. Isso evita inflar artificialmente o lucro.

Conte com apoio contábil quando necessário

Consulte um contador para validar lançamentos, classificar despesas e planejar tributos. Esse suporte garante precisão e reduz riscos.

Como facilitar a elaboração da DRE usando um ERP

Fazer a DRE manualmente é arriscado e demorado. Por isso, um ERP simplifica todo o processo porque:

  • centraliza receitas, custos e despesas;
  • integra vendas, estoque, compras e financeiro;
  • atualiza dados automaticamente;
  • gera relatório DRE em tempo real;
  • oferece visão contábil e gerencial;
  • reduz erros humanos;
  • permite análises comparativas por período;
  • facilita auditorias e tomada de decisão.

Com o ERP, a DRE deixa de ser apenas um relatório contábil e se torna uma ferramenta prática de gestão diária.

DRE Webmais Sistemas
DRE Webmais Sistemas

Conclusão

A DRE é um dos relatórios mais importantes da gestão financeira, porque mostra o desempenho real da empresa e indica o caminho para decisões mais seguras. Ela revela margens, custos, despesas e oportunidades que impactam diretamente o lucro e a sustentabilidade do negócio.

Com oERP WebMais, sua empresa deixa esse processo muito mais simples, rápido e preciso. A plataforma centraliza informações, automatiza lançamentos e oferece relatórios completos para que você acompanhe o desempenho financeiro com segurança e clareza.

Se você deseja transformar sua gestão e usar a DRE como uma ferramenta estratégica, solicite uma demonstração gratuita do ERP WebMais ou confira nossos planos.

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Sanon Matias

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Fundador da WebMais Sistemas, Sanon Matias Fortunato possui mais de 25 anos de experiência em diversas vertentes das tecnologias e gestão empresarial, com ênfase em Indústria e Distribuição. Profundo conhecedor da área comercial, Funil de vendas, CRM, Indicadores, Mídias Pagas, SEO, Inbound Marketing, Adwords, FacebookAds, Rede Sociais, Sucesso de Cliente e Canais de Parcerias.

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